Lei de dedetização em condomínios: o que você precisa saber

Não precisa ser síndico para se preocupar com os problemas relativos ao prédio onde mora, concorda? É dever de todos os moradores procurar saber sobre a zeladoria, lei de dedetização em condomínios, funcionamento das áreas comuns, elevadores e demais locais.

A dedetização, por exemplo, é um detalhe a que só nos atentamos quando já é necessário intervir para eliminar as pragas, e não para preveni-las, como seria o ideal. Por isso, os condomínios e prédios precisam estar enquadrados em algumas normas.

Neste texto, vamos explicar a lei de dedetização em condomínios, falar um pouco do procedimento e como fazer uma boa contratação para esse tipo de serviço. Confira na leitura! 

Como funciona a lei de dedetização em condomínios?

Na verdade, não há uma lei federal para garantir esse tipo de determinação. O que existe são regras e leis estaduais e municipais, além de orientações de órgãos competentes, como a ANVISA. 

A ANVISA orienta, por exemplo, que a dedetização deve ser feita mensalmente. Para que o valor não fique alto para os condôminos, aceita-se normalmente que esse limite seja semestral. 

Em São Paulo, a responsabilidade é do síndico, mas no Rio de Janeiro existe uma lei (Lei 7806/17 ) que prevê o funcionamento legal das dedetizadoras. Essa lei dispõe sobre material, medidas de segurança, fiscalização e diversos outros pontos referentes às dedetizadoras. 

Dessa forma, os condomínios e associações de moradores têm mais garantia da qualidade do serviço prestado e não precisam recorrer a procedimentos equivocados. 

Como é o procedimento de dedetização em condomínios?

A dedetização em condomínio é feita para combater as principais pragas urbanas (animais e insetos indesejáveis), as que podem comprometer a estrutura das edificações e também as que apresentam riscos para a saúde humana. Veja quais são elas:

  • cupins;
  • pombos;
  • traças;
  • baratas;
  • aranhas;
  • ratos;
  • formigas;

São usados venenos desinfetantes, ou seja, substâncias nocivas à saúde. São aplicados no chão, paredes, caibros, áreas comuns e garagens. Os profissionais sabem identificar as tocas de cupins e lugares mais propícios para proliferação e circulação desses bichos. 

Porém, antes de começar a aplicação dos produtos químicos, é feita uma visita técnica para reconhecimento do local e mapeamento das áreas a serem dedetizadas.

Qual a melhor forma de contratar a dedetização em condomínios?

Essa é a parte em que, se restou alguma dúvida sobre a necessidade de seguir as orientações legais, vamos explicar um pouco melhor. Quando o condomínio contrata uma dedetizadora conhecida no mercado e tradicional no segmento, é bem provável que a empresa vai utilizar as substâncias e dosagens corretas.

Além do mais, a aplicação deve ser feita por profissionais experientes e capacitados para manipular esse tipo de material. É isso que vai garantir a segurança dos condôminos, trabalhadores do condomínio e um serviço bem prestado. 

O que pode acontecer se s dedetização no condomínio não for feita? 

Além dos danos para a saúde das pessoas, se houver prejuízo comprovado para alguém, devido à ausência de cuidados, o síndico, ou seja, o responsável deverá indenizar os moradores.

Então, concluímos que a lei de dedetização em condomínios é, na verdade, uma série de regras para que dedetizadoras e condomínios possam se orientar na hora de solicitar, contratar e prestar o serviço de dedetização. Por isso, o mais certo é sempre fazer uma pesquisa na internet e buscar indicações de empresas sérias para realizar o trabalho.

Se quer ficar ainda mais por dentro do assunto de dedetização em condomínios, confira este outro artigo do nosso blog. Até mais! 


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